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Morar em vários países ajuda a ser promovido

Por LESLIE KWOH

Se você crê que um período de trabalho no exterior pode lhe garantir um cargo mais elevado, comece a arrumar as malas.

Agora que o processo de levar um produto ao mercado envolve uma rede cada vez mais mundial de comercialização, gerentes que disputam cargos executivos devem estar dispostos a trabalhar no exterior por vários períodos. Esses profissionais com experiência em dois ou três países estão em alta demanda, pois o tempo passado no exterior amplia sua capacidade de administrar operações complexas e interligadas — habilidades que não podem ser desenvolvidas na sede da empresa ou num período breve no exterior, dizem recrutadores e gerentes de recursos humanos.

Jason Schneider

“Não há nada como estar no próprio local para ver a realidade de como o negócio realmente funciona”, diz Tom Kolder, presidente da firma de recrutamento de executivos Crist|Kolder. “Temos visto isso passar de ‘seria uma vantagem’ para ‘é essencial’”.

No passado, enviar um executivo para o estrangeiro sinalizava que ele não era mais vital para as operações do dia-a-dia, diz James Hertlein, diretor administrativo da Boyden, firma de recrutamento de executivos. Agora, sete em cada dez clientes pedem experiência internacional ao procurar executivos de alto escalão ou membros do conselho; e, desses sete, cerca de metade começou recentemente a exigir vários anos de experiência em diversos países, estima Hertlein.

À frente dessa mudança estão os diretores-presidentes que desejam ter uma equipe na sede com experiência prática em administração em quase qualquer parte do mundo, desde encontrar parceiros locais até prever as preferências dos clientes.

À medida que a Xerox Corp. transferia suas divisões de design, fabricação e fornecimento para parceiros no exterior, os empregados com experiência em várias regiões do mundo tornaram-se os mais adequados para administrar essas parcerias — por exemplo, supervisionando um produto desde os estágios iniciais de fabricação na China até o lançamento para clientes de varejo no Brasil, diz Tom Maddison, diretor de recursos humanos da Xerox.

“Agora já não tem mais valor estar em Nova York gerenciando operações no exterior”, diz ele.

Assim, quando a empresa precisou de um novo diretor financeiro, pediu aos recrutadores que encontrassem candidatos com “ampla experiência mundial no setor”. Tradução: quando se trata de períodos de trabalho no exterior, “quanto mais, melhor”, diz Maddison.

A equipe que buscava um diretor financeiro encontrou o executivo Luca Maestri, italiano de nascimento que já morou em mais de seis de países — inclusive Brasil, Irlanda e Tailândia — a serviço da General Motors Co. e da Nokia Siemens Networks. A Xerox nomeou Maestri seu diretor financeiro no início de 2011.

Quando veteranos em trabalhos no exterior como Maestri estão na sala, as discussões na sede da empresa, no Estado americano de Connecticut, logo passam das grandes ideias para os detalhes específicos — por exemplo, como uma dada faixa demográfica se comporta na Índia, ou qual diretor-presidente brasileiro seria melhor chamar para um dado projeto, diz Maddison. E acrescenta que esses executivos não só sabem conduzir os negócios como também quem se deve contatar.

Ter experiência no local também pode reduzir o risco de uma empresa incorrer em problemas com subornos e pagamentos por baixo da mesa, que são “bastante comuns” em alguns países em desenvolvimento, observa Kolder. Por ter experiência no país, um executivo pode identificar onde essas armadilhas podem ocorrer, e garantir que haja controles em ação para evitá-las, diz ele.

Na Xerox, os executivos com experiência mundial trazem suas redes de contatos pessoais para a empresa. Mas o importante é ter acesso ao conhecimento que eles têm dos locais, e não usar a sua influência, ressalta Maddison. “A influência é uma ladeira escorregadia, e é preciso ter cuidado”, diz ele.

A Idex Corp. também queria alguém com experiência internacional significativa quando substituiu um membro do conselho que se aposentou no ano passado. A fabricante americana de produtos industriais e de tecnologia escolheu Tony Satterthwaite, executivo da área de energia, que já havia passado quatro anos no Reino Unido e cinco anos em Cingapura chefiando a divisão de geração elétrica da Cummins Inc.

Embora os membros ativos do conselho tivessem alguma experiência internacional, Satterthwaite conhecia os “detalhes sinistros” da formação de canais de distribuição, navegação pelos processos regulatórios e compreensão do papel do governo, diz o diretor-presidente Andrew Silvernail.

Silvernail reconhece que essa nova exigência tem um custo pessoal alto para os executivos, que podem não se animar a mudar a família para o exterior duas vezes ou mais. Ele mesmo nunca morou no exterior, mas diz que teria feito isso se seus chefes tivessem pedido. Contudo, passar mais que cinco ou seis anos fora do país teria sido um sacrifício demasiado grande.

“Para mim, pessoalmente, seria muito difícil, porque tenho uma família muito unida”, diz ele.

Alguns críticos dizem que contratar candidatos em função do seu currículo global traz nômades, e não líderes. O trabalho no estrangeiro recompensa o funcionário por retornos de curto prazo e não por resultados duradouros, diz Brian Kropp, diretor administrativo da Corporate Executive Board, empresa de pesquisa e consultoria. Em vez disso, ele recomenda mandar os executivos para outrospaíses em viagens longas, de até duas semanas a cada mês.

Na Xerox, onde oito de cada dez executivos do alto escalão são promovidos de dentro da empresa, as estrelas em ascensão fazem rotação em períodos no exterior de dois a quatro anos, de modo que precisam passar por esse “teste decisivo” informal bem antes de serem candidatos a cargos executivos, diz Maddison.

O atual presidente da divisão de tecnologia da Xerox, Armando Zagalo de Lima, é fruto dessa preparação. O executivo, português de nascimento, tem ocupado sucessivos cargos no exterior há 22 anos, com passagens pela Bélgica, Reino Unido e Espanha. Trabalhando agora na sede, em Connecticut, o executivo de 53 anos supervisiona mais de 160 países e é diretamente subordinado à diretora-presidente Ursula Burns.

Os anos de estrada o treinaram nos detalhes mais sutis dos negócios em vários mercados, mas ele diz que sua esposa e seus dois filhos sofreram com as constantes mudanças de país. Mesmo assim, ele diz que teria disposição para fazer tudo de novo.

“Posso me ver facilmente vivendo no Brasil. Posso me ver morando no México”, diz ele. “Se isso acontecer, poderia ser emocionante.

É possível trabalhar enquanto se estuda no exterior? Novas dicas de intercâmbio!

Postado em 27 de abril de 2012 por Flávio Emílio

DROPS DE CARREIRA: É possível trabalhar enquanto se estuda no exterior?

FERNANDA BARRETTO: Sim, alguns países permitem que brasileiros trabalhem enquanto estão estudando e/ou após o período de estudos. São eles: Canadá, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e Argentina. Cada um desses países tem suas próprias regras para que estudantes possam trabalhar.

DROPS DE CARREIRA: Muitos ainda insistem em achar que intercâmbio é uma opção apenas para os ricos… Isso é verdade?

FERNANDA BARRETTO: Não mesmo. Cada vez mais a classe C está investindo no intercâmbio. Atualmente, com o Real forte, os programas de intercâmbio estão muito acessíveis. Fora que a IE está sempre facilitando o pagamento em 6, 10 ou 12 vezes sem juros. Existem ainda aqueles que se programam e fazem uma “poupança” para isso.

DROPS DECARREIRA: Qual o período mínimo de uma viagem de estudos para o exterior? E a duração máxima?

FERNANDA BARRETTO: Em geral a duração mínima é de 2 semanas. Já a máxima, depende do nível do idioma escolhido ou mesmo programa a fazer. Pode chegar a 1 ano.

DROPS DE CARREIRA: Que providências devem tomar as pessoas que desejam fazer um curso no exterior ou mesmo enviar seus filhos para uma temporada em outro país?

FERNANDA BARRETTO: Primeiro procurar por uma agência idônea e reconhecida pelo mercado. Conversar com conhecidos que já fizeram intercâmbio ajuda a escolher o melhor destino, bem como o atendimento na agência de intercâmbio vai esclarecer muita coisa sobre isso. Providenciar passaporte, visto e vacinas quando necessários. Caso o filho seja menor de idade, não esquecer de uma autorização para viajar desacompanhado ao exterior. O ideal é que comece a planejar essa viagem com ao menos 3 meses de antecedência, para que tudo possa ser feito sem pressa e atropelos.

Exchange programs in Europe and South America

Exchange programs in Europe (September 2012 to June 2013)

COUNTRY
High School Program
Application Deadline
Gross  price
France
Academic Year, EU students only; term and semester available
May 15th
From 6930 EUR
England
A-Level academic year in Lincolnshire, EU students only
June 30th
From 4915 GBP
England
A-Level academic year in Lincolnshire, non EU students
May 15th
From 10635 GBP
England
Academic Year in the Devon, EU students only
May 15th
10345 GBP
England
A-Level academic year in Gloucestershire, EU students only
June 15th
8100 GBP
England
A-Level academic year in Cambridge, EU students only
June 15th
13300 GBP
Ireland
Academic Year in Killarney, EU students only; Term and Semester available
May 15th
9290 EUR
Ireland
Academic Year in Monaghan, EU students only; Term and Semester available
May 15th
7995 EUR
Ireland
Academic Year in Dublin, EU students only; Term and Semester available
May 15th
13 345 EUR
Italy
Academic Year, EU students only; Term and Semester available
May 15th
6485 EUR
Portugal
Academic Year
May 15th
4475 EUR
Spain
Academic Year; term and semester available
May 30th
From 8300 EUR

 Exchange programs in South America

COUNTRY
High School Program
Application Deadline
price
Argentina
Semester (from early August to mid December 2012)
May 30th
4450 USD
Brazil
Semester (from July to December 2012)
May 15th
6855 USD
Chile
Semester (from mid July 2012 to early January 2013); Term and academic year also available.
May 15th
4380 EUR
Ecuador
Semester (from September 2012 to January 2013)
May 15th
4975 USD
Ecuador
Academic Year (from September 2012 to June 2013)
June 15th
6765 USD
Mexico
Semester (from September 2012 to January 2013)
May 15th
4180 EUR
Mexico
Academic Year (from September 2012 to May 2013)
May 15th
4905 EUR

International School System: your network of private American high schools

COUNTRY
High School Program
Application Deadline
Gross Price
St Paul, MN, USA
St Paul Preparatory School
June 15th
22 500 USD*
Paris, France
Notre-Dame International High School
June 15th
20 000 EUR
Beijing, China
St Paul American School
June 15th
22 470 USD*

* Scholarships available.
Contact us to get more information on any of the above programs!

Best regards,

info@readyforyou.org

Estudo no exterior deve atrair 282 mil brasileiros neste ano

A estudante Luisa Naves embarca em junho para o Canadá

Os intercâmbios em países estrangeiros são cada vez mais procurados por estudantes. O número de brasileiros que vão estudar no exterior deve subir de 217 mil pessoas, registrado em 2011, para 282 mil neste ano. Isso representa um aumento de 30%, segundo dados da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav). A imersão em outra cultura facilita o aprendizado de idiomas e dá experiência de vida ao intercambista. Os idiomas mais procurados são inglês, espanhol, francês, italiano e alemão.

Os estudantes também buscam cursos como high school, pós-graduação e outras atividades educacionais. E ainda há aqueles que procuram cursos de menor duração que possam ser feitos durante as férias de julho.

Canadá e Estados Unidos são os destinos mais comuns, seguidos por África do Sul, Inglaterra e Argentina. Os preços variam de R$ 2,8 mil a R$ 16 mil, dependendo do país, do tempo de curso e das acomodações.

Dentre as vantagens de se estudar no exterior, a facilidade de fixação do idioma é a principal. “A pessoa vai conseguir fluência muito mais fácil do que se estudar no Brasil, porque ela vai falar só o idioma. Além de que o estudante ganha mais experiência de vida e tem que se virar no dia a dia. E quando a pessoa opta por escolher uma casa de família, ainda vivencia o cotidiano de pessoas nativas”.

O gerente comercial Samarone Rodrigues Vilela, 32 anos, voltou, na semana passada, de São Francisco, nos Estados Unidos, onde ficou por 30 dias. Lá ficou em uma casa de família com outros três intercambistas, um coreano, um espanhol e um alemão. “A experiência é única. Eu aconselharia todo pai a mandar o filho, caso tenha condição financeira, para ter contato com a língua em um país estrangeiro. É um aprendizado enorme, uma cultura diferente. Você cresce pessoalmente e profissionalmente”, disse. Esta foi a terceira vez que Vilela fez intercâmbio. “Eu já tinha ido para a Austrália, onde fiquei por duas semanas, e para a Inglaterra, onde estudei por 30 dias. E já estou planejando a nova viagem para o ano que vem. Ainda estou em dúvida, mas pode ser que seja para o Canadá”, afirmou.

Estudante vai fazer curso de inglês

A estudante Luisa Ferraz Naves, 17 anos, terminou o 3º ano do ensino médio e, antes de entrar na faculdade, vai fazer um intercâmbio para o Canadá. A viagem será em junho para Vancouver e terá duração de seis meses. Tudo está organizado desde o ano passado. “É uma oportunidade que todo mundo tem que ter. Estou indo para praticar o inglês e para ganhar mais experiência de vida, mais vivência. Sempre morei com minha mãe e, caso eu vá fazer faculdade fora, será mais fácil de eu me adaptar tendo feito o intercâmbio, por causa das novas experiências”, disse.

Luisa Naves vai ficar em casa de família. “Não acho que vou ter dificuldade. Serei a única intercambista na casa e vou conviver com eles falando inglês o tempo todo. E ainda vou fazer curso. Será ótimo para eu aperfeiçoar o idioma”, afirmou.

Principais destinos

Auckland (Nova Zelândia)
Barcelona (Espanha)
Berlim (Alemanha)
Boston (Estados Unidos)
Bournemouth (Inglaterra)
Brisbane (Austrália)
Buenos Aires (Argentina)
Cambridge (Inglaterra)
Cidade do Cabo (África do Sul)
Dublin (Irlanda)
Gold Coast (Austrália)
Londres (Inglaterra)
Los Angeles (Estados Unidos)
Madri (Espanha)
Melbourne (Austrália)
Nova York (Estados Unidos)
Orlando (Estados Unidos)
Paris (França)
Roma (Itália)
San Diego (Estados Unidos)
São Francisco (Estados Unidos)
Sydney (Austrália)
Toronto (Canadá)
Vancouver (Canadá)

Estimativa de preços

Argentina (Buenos Aires, Mendoza ou Bariloche) 3 meses – R$ 4 mil
Curso de idioma
3 meses de acomodação
Transfer opcional – busca o estudante no aeroporto
Curso + material didático
Seguro saúde

Inglaterra (Londres) 3 meses – R$ 16 mil
Curso de idioma
3 meses de acomodação
Transfer opcional – busca o estudante no aeroporto
Curso + material didático
Seguro saúde

Canadá (Vancouver) 6 meses – R$ 15 mil
Curso de idioma
6 meses de acomodação
Transfer opcional – busca o estudante no aeroporto
Curso + material didático
Seguro saúde

Inglaterra (Londres) 1 mês – R$ 8 mil
Curso de idioma
1 mês de acomodação
Transfer opcional – busca o estudante no aeroporto
Curso + material didático
Seguro saúde

Trabalho Voluntário no Exterior

Voluntariado é uma atitude nobre em que pessoas doam seu tempo e esforço realizando atividades que agregam valor a outras pessoas. Há indivíduos que se sentem bem em ajudar outras pessoas. Se essa vontade vem, realizar trabalho voluntário pode acontecer na vizinhança, na escola do bairro ou no condomínio. Para algumas pessoas, conhecer a realidade de outros países e poder ajudá-los é extremamente gratificante.

Para quem deseja fazer trabalho voluntário no exterior, existem diversas instituições pelo mundo que precisam de voluntários. Não é férias, claro que irá ter o momento para passear, mas é muito sério e tem que ter comprometimento. Os voluntários poderão lidar com pessoas em situação de risco, por isso, é necessário ter preparo e responsabilidade.

A língua não pode dificultar o trabalho, portanto, conseguir se comunicar bem é um requisito.

Ninguém é igual, cada um tem uma preferência. Trabalho voluntário é para fazer bem para as outras pessoas a para si mesmo, por este motivo, trabalhar na área que ama será benéfico para todos. Quem gosta de crianças, irá amar ajudar crianças, há quem prefira cuidar de animais ou da natureza. É bom fazer o que se sente bem.

Quer estudar no exterior em 2012? Ja esta na hora de comecar a se preparar…

O segundo semestre é o período ideal para quem tem a meta de fazer intercâmbio em 2012. Isso porque os processos seletivos para os programas  no exterior envolvem várias etapas e o candidato deve correr atrás de tudo o que é preciso antes de viajar, principalmente no que diz respeito à documentação exigida em outros países.

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O momento é ideal para planejar viagem, seja para curso de idioma, profissionalizante ou universitário, trabalho temporário, estágio ou apenas diversão de curta duracao. A recomendação é programar a saída do País com cerca de seis meses de antecedência, a começar pela parte financeira. Para participar de uma dessas modalidades é preciso desembolsar, no mínimo, R$ 2,3 mil.
Os programas mais procurados são os cursos de inglês, com longa duração a partir de 20 semanas nos Estados Unidos, Canadá, qu Irlanda, Malta e UK custam a partir de R$ 12 mil.

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