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Pensando em fazer um MBA no exterior? Conheça as melhores escolas por área

08 de dezembro de 2011 • 08h56 Por: Gladys Ferraz Magalhães

SÃO PAULO – Para muitos especialistas, um MBA no exterior pode auxiliar quem deseja sucesso profissional. Isso porque, além da pessoa trazer no currículo a sabedoria adquirida neste tipo de curso, ela terá ainda a vivência internacional e o aprimoramento de um outro idioma.

Contudo, a opção por estudar fora do país não é barata, o que faz com que os cuidados na hora de escolher a instituição de ensino devam ser redobrados.

Neste sentido, um ranking elaborado pela QS Intelligence Unit, baseado na empregabilidade da escola, pode ajudar quem deseja cursar um MBA fora do Brasil.

Melhores escolas
No geral, das 30 escolas que ocupam os três primeiros lugares em cada especialidade, 26 estão localizadas nos Estados Unidos, enquanto que outras três são francesas e uma fica no Reino Unido. Abaixo estão as três melhores escolas em dez especialidades diferentes:

Wharton – EUA

Chicago, Booth – EUA

London Businness School – Reino Unido

Insead – França

Harvard – EUA

Thunderbird – EUA

  • Marketing

Kellogg, Northwestern – EUA

Wharton – EUA

Harvard – EUA

  • Entretenimento

Harvard – EUA

Stanford – EUA

Wharton – EUA

MIT-Sloan – EUA

Harvard – EUA

Wharton – EUA

  •  Gestão da Informação

MIT-Sloan – EUA

Harvard – EUA

Wharton – EUA

  •  Estratégia

Harvard – EUA

Wharton – EUA

Insead – França

  •  Liderança

Harvard – EUA

Wharton – EUA

Insead – França

  •  Responsabilidade Social Corporativa

Harvard – EUA

Stanford – EUA

Insead – EUA

  • Inovação

MIT-Sloan – EUA

Stanford – EUA

Harvard -EUA

Intercâmbio público

Foi lançado hoje, lá pelas bandas do Planalto Central, o programa Ciência Sem Fronteiras. Com pompa, circunstância e a presença de Dilma e do ministro Mercadante, foi feita a promessa de custeio de 100 mil bolsas de intercâmbio, do ensino médio ao pós-doutorado. Não é ótimo? Em tese…

O problema é que o tal programa já deixa dúvida desde o início. Das 100 mil bolsas, o governo garante 75%, enquanto o restante ficaria a cargo da iniciativa privada. Hummm, curioso isso de lançar um programa que usa o dinheiro dos outros, não é? Ou será que essa grana sairia de incentivos fiscais, o que significaria dinheiro do mesmo governo (meu, seu, nosso, portanto) apenas fantasiado de privado? Sei lá.

Outra curiosidade é que as tais 100 mil bolsas tem como público alvo 53,2 mil alunos de todo o país, que poderiam ser selecionados. Isso quer dizer que quase todos os alunos indicados receberiam duas bolsas? Legal né? Será que não temos 100 mil estudantes, em todos os níveis, competentes o suficiente para dar uma bolsa para cada um? E o verbo, vocês notaram? “Poderiam”. Quer dizer que muitos poderão não ganhar nada. Interessante…

A divisão das bolsas será a seguinte: 27,1 mil para graduação; 24,5 mil para doutorado de um ano (sanduíche); 9,7 mil para doutorado integral; 2,6 mil para pós-doutorado; 700 para especialistas: 860 para jovens cientistas e grandes talentos; 390 para pesquisadores visitantes no Brasil.

Disse o ministro:

O critério é mérito e mérito não é QI, quem indica. O método é o desempenho que o aluno teve em critérios objetivos e republicanos

Perguntas: levando-se em conta apenas os números, como decidir quem receberá uma, duas ou nenhuma bolsa entre os 53,2 mil estudantes? Quais os critérios objetivos para se medir o talento dos ‘jovens talentos’? Apenas nas repúblicas é possível medir méritos?

De mais a mais, destinar recursos para o desenvolvimento de cérebros é sempre louvável. Mas espero que o programa realmente aconteça e que seja democrático de verdade, ao contrário das fantasias do PAC, Minha Casa, Minha Vida etc.